Inteligência Emocional já não é tão destaque, quanto esta nova competência. Confira!

Susan é membro da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard/ EUA. Também, é uma aclamada Psicóloga, Escritora e Palestrante, além de ser uma das referências mundiais no tema Liderança, sobretudo, quando relacionado ao  engajamento de funcionários.

Seu livro, Emotional Agility: Get Unstuck, Embrace Change, and Thrive in Work and Life, (Agilidade Emocional: Abra sua mente, aceite as mudanças e prospere no trabalho e na Vida) ocupa o 1° lugar na lista de livros mais vendidos do Wall Street Journal, e foi incluído na revista Harvard Business Review como a “Melhor ideia de administração do ano.”

“Agilidade emocional significa abrir um espaço para reflexão entre o sentimento e a reação”, afirma a psicóloga Susan David, professora em Harvard, que lançará seu livro no Brasil neste mês de Abril.

Tudo isso por uma boa razão: a agilidade emocional é um conceito intrigante e capturou a atenção tanto de líderes quanto de funcionários. O que preocupa alguns profissionais é que nem mesmo a Inteligência Emocional foi de fato absorvida e explorada pela maioria das pessoas. Assim, ainda é uma habilidade pouco explorada e desenvolvida, mas requisitada para profissionais que desejam ter um diferencial competitivo. Independente disso, já vamos pegar carona na melhor ideia do ano e entendê-la, para então depois, desenvolvê-la.

Mas, afinal, o que é agilidade emocional?

Descrevendo o conceito, Susan explica: “A maneira como navegamos em nosso mundo interno – nossos pensamentos diários, nossas emoções e histórias pessoais são as coisas mais importantes para a determinação do sucesso da nossa vida”.

“A agilidade emocional é o processo que nos permite navegar pelas curvas e desvios do caminho da vida com autoaceitação, visão clara e mente aberta.”

A agilidade emocional é diferente da perseverança?

Conceito de perseverança de Angela Duckworth – a ideia de que a perseverança seja o fator mais importante para o sucesso ganhou impulso em 2016.

Comparações poderiam ser feitas com a agilidade emocional, mas embora esta também seja uma ideia de sucesso, elas são fundamentalmente diferentes.

“O trabalho árduo é importante,” Susan confirma. “Mas o que eu aprendi em meus anos como coach executiva e psicóloga na faculdade de medicina de Harvard, e como pesquisadora de emoções e desenvolvimento, é que só isso não é o suficiente”.

Responder a perguntas como, “Ao seguir este plano, quais oportunidades que eu possa achar animadoramente interessantes ou importantes eu perderei? Tudo bem perder essas oportunidades?”, requer agilidade emocional. “Isso significa que podemos reavaliar nossas metas e expectativas com base em novas informações.”

Como posso me tornar emocionalmente ágil?

De acordo com Susan, o ponto de partida é ter consciência das nossas emoções. “Perceba quando você for capturado por seus pensamentos e sentimentos”, ela disse. “Existem alguns sinais que mostram isso. Um desses sinais é que seu pensamento se torna rígido e repetitivo.”

“Uma estratégia que pode ajudá-lo a avaliar a sua situação com maior objetividade é o simples ato de rotular. Isso permitirá que você veja os pensamentos e sentimentos como o que eles são: fontes transitórias de dados que podem ou não se mostrarem úteis.”

O livro de Susan já está disponível em algumas livrarias do Brasil. Se você quer saber mais sobre esse conceito e até mesmo desenvolvê-lo, comece já. Aproveite essa oportunidade para viver mais feliz e com leveza. Pois sermos emocionalmente inteligente não nos fortalece somente na carreira, mas em todas as nossas relações.

Fonte: https://www.virginpulse.com/pt-br/blog-post/emotional-agility-susan-david/

https://exame.abril.com.br/revista-exame/emocoes-com-rotulo/